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[ Principal ] -- [ O Meu Arquivo de Fotos ] -- [ Sobre Mim ] 2007-09-18 - 18:09:26 ENTREVISTA ESPECIAL: SÉFORA ANTELA. Força de mulher num corpo de menina. A “gravidinha do período” esbanja alegria e determinação no momento mais feliz de sua vida: A maternidade. Quem olha para Séfora (é assim que gosta de ser chamada e ai de quem chamá-la de Darcley, arranja um inimigo mortal), não imagina que essa pequena mulher com jeitinho e rosto de menina é um vulcão em erupção como ela mesma se autodefine. Sempre muito amiga de seus amigos, é do tipo determinada e sem medo de demonstrar seus sentimentos. Se tiver que chorar ela chora e se tiver que brigar ela não se faz de rogada, entra na briga e não leva desaforo para casa. Com um sorriso de simplicidade, mas com uma alegria contagiante e com um jeito despretensioso de encarar a vida, Séfora fala de si com humildade, mostrando-se uma “menina” com bagagem de gente grande. Em relação ao futuro, Séfora mostra que tem a personalidade distinta de quem é quase uma jornalista. Ela não demonstra em momento algum que está iludida com a profissão, muito pelo contrário, fala com ceticismo sobre o assunto. Mas o que realmente a faz sentir e emanar uma vibração positiva são os projetos para Arthur, o primeiro filho, que está esperando há três meses. Numa entrevista concedida na sala de aula, sempre acariciando sua barriga, ela nos conta sobre a emoção de ser mãe (fala sempre com muito amor de sua “minhoquinha”), da antipatia que tem pelo seu nome, comenta sobre seus planos e conta muito emocionada como desenvolve seu trabalho voluntário no Abrigo Moacir Alves. Após três anos de pouco contato, pude conversar mais abertamente com essa jovem e entrar profundamente em seu universo. E agora eu os convido para conhecer um pouco dessa colega tão especial. Por Andréa Vieira Ficha completa: Nome: Darcley Séfora Antela Violante. Data do Nascimento: 03/06/86. Natural: Manaus – Am - Brasil. Estado Civil: Quase casada. Peso 41 kg (preciso engordar 12). Local de trabalho: Infraero. A pergunta que não quer calar. O que você acha do seu nome? - Minha mãe surtou quando pensou em DARCLEY. Mas, na escolha de SÉFORA ela foi muito feliz. O sobrenome eu não pude escolher, afinal ele já tinha sido escolhido. Em um minuto conte sua vida: - Nasci assustando as pessoas. Cresci e melhorei um pouquinho mais, no entanto, continuo assustando as pessoas. No mais sou feliz!!!! A mamãe diz que sou bonitinha. Espero que meu filho nasça com a cara do Danton Mello. Qual a sua perspectiva em relação ao futuro? - Faço jornalismo e pretendo ser uma grande psicóloga. Explica como é a emoção de ser mãe. - Quando pensei que eu era dois, senti duas emoções: medo e muita felicidade. A minha minhoquinha, desde o momento da concepção, me fez sentir uma nova pessoa. Mais compreensiva, exageradamente emotiva, esfomeada e verdadeiramente cheia de vontade de amar. Você desenvolve algum trabalho voluntário? - Sim. Onde? - No Abrigo Moacir Alves, o AMA, é um lugar que atende crianças portadoras de necessidades especiais. Como você definiria seu trabalho como voluntária do AMA? - Vou descrever de uma maneira diferente, através de um testemunho: “Foi paixão à primeira vista, eu olhei para ela, ela olhou para mim, logo nos denominamos mãe e filha. Foi um trabalho gradativo. No início não podia tocá-la, sequer podia chegar perto. Aos poucos fui ganhando sua confiança, hoje consigo abraçá-la e me sinto a pessoa mais feliz do mundo quando vejo em seus olhos a pureza. Com seu jeito peculiar, cativou o meu amor. Seu nome: CIDA”. Na sua opinião o que falta para o mundo ser melhor: - As pessoas se colocarem no lugar das outras. O que você diria da Séfora de dez anos atrás: - Acreditava que os seios iriam crescer. E a Séfora de agora: - Com os seios um pouco maiores por causa do bojo. Rapidinha com a Séfora: Uma mania: Arrumar os óculos a toda hora. Um defeito: Achar que sou a dona da verdade. Uma virtude: Ser extremamente sensível. Um sonho de consumo: Ter uma casa confortável. Um projeto: Realizar-me profissionalmente. Um desejo agora: Comer, comer e comer. Gosto refinado: Gosto muito da Língua Portuguesa. O que mais te incomoda na sociedade: A inveja. Um CD: Enya. Um filme: Efeito Borboleta: Um lugar: Centro Espírita Thomás de Aquino. Uma pessoa: Minha mãe Política: Eu era mais feliz quando não precisava votar. Educação: Fundamental Amigos: A base. Inimigos: O meu interior desconhecido. Brasil: Pátria do Evangelho e coração do mundo. Felicidade: Vida. Saudade: Dos tempos da escola. Uma comida: Macarronada. Uma emoção: O Natal. Alguém que te faz feliz: A minha minhoquinha. Algo que te faz feliz: Calçar as minhas sapatilhas de ponta e lembrar que um dia eu estive com elas no palco do Teatro Amazonas. O que te deixa de mau-humor: Quando o Gessivaldo chega atrasado. Uma cidade: Florianópolis. Um país: França. Um ídolo: Minha avó materna, dona Marina Antela. Menino ou menina: Menino Nome do herdeiro: ARTHUR!!!!! (nesse momento ela fala o nome do herdeiro com muita ênfase e emoção). E se for menina: Ainda não pensei. Futuro do Arthur: Ele vai fazer o que ele quiser. Religião: A bússola guiadora. Um medo: De não saber ser mãe. Um ponto forte: Ser racional. Um ponto fraco: Discernir meus sentimentos. O que te leva às lágrimas: A miséria. O que te faz abrir um lindo sorriso. Receber um “Bom dia!”. Animal doméstico: Sim, um cachorro Pit Bull, o Sakuraba. As cinco + 1-Família; 2-Amizade; 3-Fé; 4- Meu chefe; 5- Brigadeiro. As cinco +ou- 1- O Gessivaldo (meu quase marido); 2-A Tharcila (amiga da faculdade) 3- Cheiro de comida; 4-Meu cachorro; 5-Ser jornalista. As cinco – 1-As escadas da faculdade; 2- A falta de dinheiro; 3- A falta de seios; 4- O Serafim Corrêa; 5- Violência.
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